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Cientistas afirmam que o buraco na camada de ozônio está diminuindo!

Após 30 anos da proibição dos gases que destroem a camada, o buraco na camada de ozônio está diminuindo.

O buraco na camada do ozônio já não é nenhuma novidade para a gente. A descoberta que um buraco na nossa atmosfera se abria cada vez mais por culpa de gases emitidos de geladeiras, desodorantes e sprays de cabelo surgiu nos anos 70.

Qual o impacto do buraco da camada de ozônio?

A cama de ozônio é composta pelo gás Ozônio (O3), que serve como um escudo protetor do nosso planeta contra os raios solares ultravioleta (UVB). Essa camada protetora é responsável pela filtragem de 95% desses raios, sendo assim imprescindível para a renovação da vida terrestre. Porém quando está em nossa superfície, o ozônio acaba poluindo nossos ares e fazendo com que ocorra chuvas ácidas.

A camada de ozônio preserva  a vida terrestre. Sem ela as plantas teriam a sua capacidade de fotossíntese reduzida, o número de casos de câncer aumentaria, assim como os de catarata, além de prejudicar o sistema imunológico.

O que prejudica a nossa camada de ozônio?

Dentre as substâncias que colaboram com o buraco na camada de ozônio (óxidos nítricos, óxidos nitrosos e CO2), os CFC’s  (Clorofluorcarbonos) são os mais danosos.  Essas substâncias quando chegam na estratosfera causam uma reação química que libera cloro. Quando o cloro entra em contato com o ozônio transforma-se em oxigênio (O2), que por sua vez não é capaz de proteger a Terra dos raios ultravioletas. O impacto dos CFC’s são tão grandes que apenas uma molécula desses gases são capaz de destruir cem mil moléculas de ozônio.

Recuperação da camada de ozônio

No ano de 1987 o governo de diversos países se reuniram para tentar solucionar esse problema. O resultado dessa reunião foi Protocolo de Montreal, que proíbe a utilização e fabricação desses compostos.

Após 30 anos do Protocolo, a camada de ozônio sobre a Antártica apresenta claros sinais de recuperação. Como se a camada fosse cicatrizando.

Segundo Susan Solomon, professora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), essa medida foi essencial para que o planeta conseguisse se curar.  Mas em Outubro de 2015 o buraco bateu recorde em tamanho, alcançando 28,2 km² de área. Esse recorde foi ocasionado pela erupção vulcânica do vulcão Calbuco, no Chile.

Com exceções das erupções vulcânicas, Susan Solomon garante que não há razões para que o buraco na camada de ozônio cresça. Fazendo com que até 2050 ele esteja completamente curado, segundo previsões.

 

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